segunda-feira, 9 de março de 2015

Novas equipes e propostas

O PIBID de História da UFPE começa o ano de 2015 com uma nova equipe, novas escolas e novo projeto de ação.
Este ano iremos trabalhar com a história dos bairros na região metropolitana do Recife. Para tal, selecionamos algumas escolas que nos permitirão fazer interessantes e importantes discussões sobre a formação de bairros e/ou vilas operárias em Recife, como os bairros da Torre e a cidade de Paulista. Outros bairros nos permitirão discutir a luta pela terra, pela casa, como as comunidades de Brasília Teimosa e Planeta dos Macacos, além da Comunidade do Pilar.
Também discutiremos as transformações urbanas ocorridas no Recife nestes últimos 50 anos. Estes são nossos eixos de trabalho e discussão.

GRUPOS/
Escola de Paulista. Ângelo de Agostini
Karla Leal
Isabela Tristão
Graziela
Cybelle Oliveira
Jonathas Souza
Porto Digital. José Alexandre
Allan
Jeani Pontes
Felipe Davson
Dario
Pietro
Martins Júnior. Adriana Maia
David Araujo
Carolina Braga
Waldomiro
Karla Fagundes
Mariana Larissa
Oswaldo Lima Jr. Roberto José
Giovanni
Jones
Mayara
Mariano
Trajano de Mendonça. Paulo Alexandre
Mariana
Ana Renata
Manoel
Wanderson
Pedro Henrique

terça-feira, 3 de março de 2015

Narradores de Jave filme nacional completo





O filme, Narradores de Javé, da diretora Eliane Caffe, nos permite fazer uma discussão bastante complexa sobre os usos da memória, as dificuldades de se escrever a história, memória e identidade, e por ai vai. Quem não conhece, não deixe de ver!


segunda-feira, 13 de outubro de 2014

CINEAB- EREM Diário de Pernambuco: “O Grande Bazar”



No dia 29 de Maio de 2014 iniciamos as ações do nosso projeto de intervenção no EREM Diário de Pernambuco situada no bairro do Engenho do Meio. A escola atende onze turmas do Ensino Médio, dentre elas seis turmas de 1º ano, três turmas de 2º ano e duas turmas 3º ano, todas em horário semi-integral. A proposta do nosso projeto coletivo é dinamizar o ensino da história africana e afro-brasileira, através de sessões de cinema com filmes africanos e afro-brasileiros.
Como abertura de nosso projeto, convidamos o professor da José Bento para realizar o CINEAB na escola, o filme exibido foi “O Grande Bazar”, o longa-metragem Moçambicano de 2006 dirigido por Licínio Azevedo, esse filme retrata uma estória emocionante, que revela o poder da amizade e demostra a realidade moçambicana com um olhar diferenciado dos estereótipos amplamente arraigados no imaginário coletivo. O filme narra a estória Paíto um garoto de doze anos que ao ser roubado por alguns rapazes decide não voltar para casa enquanto não recuperasse o que havia perdido. O garoto passa a viver num mercado da capital de Moçambique onde conhece Xano, um garoto com propósitos bastante diferentes dos seus, deste encontro inusitado nasce uma amizade. Durante o longa-metragem os garotos compartilham diversas aventuras. Eles encontram em sua jornada vendedores, clientes e ladrões, a vida no mercado é o pano de fundo dessa estória comovente, onde para conseguir dinheiro os dois garotos decidem se juntar e montar um salão de beleza “Rainha do Mercado”. Ao longo da estória passamos a conhecer o cotidiano e um pouco da história dos frequentadores do mercado, suas roupas, costumes, e produtos que mais consumem.
O filme foi exibido no auditório da escola, a sessão teve início as três e quarenta da tarde, após o intervalo para o lanche dos estudantes. Três turmas participaram um 1º ano e dois 2º anos do Ensino Médio, estavam presentes na sala cerca de sessenta estudantes, que demonstraram muita atenção durante toda apresentação do longa-metragem, eles vibravam, torciam e davam risadas com as diversas aventuras vivenciadas pelos protagonistas do filme. Os estudantes demostravam uma grande ansiedade para verem e ouvirem o professor José Bento, os alunos não ficaram tímidos diante do professor, eles participaram do debate que durou meia hora após a sessão. Através dos mercados apresentados no filme, foram feitos alguns contrapontos com os mercados do Recife, dentre eles o mais famoso, o Mercado de São José, senário conhecido pelos estudantes. Os alunos também perceberam as semelhanças em relação às comidas expostas no mercado moçambicano, que podem ser facilmente encontradas nos mercados do Recife, como por exemplo: inhame, pimenta, alho, tomate, entre outros. O Professor José Bento discorreu sobre as principais características dos locais retratados no filme, ele também falou sobre as atividades profissionais exercidas em Moçambique e também sobre moeda utilizada do comercio. Para explicar os aspectos geográficos ele apresentou o mapa, mostrando a vasta diversidade do continente africano.  Durante a explicação um estudante do 1º ano indagou um dos integrantes do PIBID sobre a localização do Haiti no continente africano, o que demonstra uma falta de informação e conhecimento a respeito da localização dos países dentro e fora da África. Durante o debate alguns alunos mencionaram que têm amigos africanos, e também fizeram questionamentos sobre as línguas existentes no continente. A conversa fluiu até passarmos um pouco da hora, alguns pais chegaram a ligar para escola, mas os alunos em sua maioria estavam ansiosos para saber mais. Estudantes de outras salas chegavam para participar do dialogo ou longo da tarde.



Por volta das cinco e quarenta da tarde, encerramos a sessão com o sorteio de quatro livros doados pelo professor José Bento, “Caderno de História: história e cultura africana e afro-brasileira” da série comemorativa de 10 anos da Lei 10.639/03, um exemplar foi doado para a escola.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Cine Erem Diário de Pernambuco:Touki Bouki e as impressões dos alunos.


                                              

O filme senegalês dirigido por Djibril Diop Mambéty, gravado em 1973 é um dos grandes filmes da dramaturgia africana. Com seu olhar sobre a África e principalmente sobre o Senegal Mambéty consegue fazer com que aqueles que assistem o seu filme possam entrar um pouco no contexto africano e também despertar o interesse daqueles que não conhecem muito sobre o país e o continente. Ao passarmos este filme em uma das sessões do Cine Diário de Pernambuco, os alunos demonstraram interesses, fizeram indagações sobre o filme e sobre contexto social africano, demonstrando, em alguns momentos, uma falta de informações acerca do continente africano e da grande diversidade cultural, linguística e social existentes nos países africanos. Durante a exibição do filme, o principal questionamento girava em torno do desenvolvimento urbano do país em contraponto ao imaginário comum. Outras indagações surgem em relação à colonização do Senegal, onde exploramos a questão da pluralidade linguística e o francês como língua oficial do Senegal, trabalhando também a questão da colonização e a permanência das línguas étnicas. No filme, outro aspecto que chamou muito a atenção dos alunos, assim como a nossa, pibidianos, foi a supervalorização da França e do consumo de seus produtos, inclusive presente na trilha sonora do filme.
O filme Touki Bouki, está disponível no canal Cine Erem DP do you tube, para quem quiser conferir  essa belíssima  obra, estremante original, marcada pelo pioneirismo. 
https://www.youtube.com/watch?v=sA1FFbzuHHc 

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Uma aula de evolução humana diferenciada no EREMPD

     No dia 28 de abril de 2014 os bolsistas de Pibid da Escola de Referência  em Ensino Médio Porto Digital deram uma surpresa aos alunos de uma das turmas do primeiro ano. O que para os alunos seria mais uma aula de história com o qual eles já estavam habituados (que não deixa de já ser muito boa, ministrada pelo professor Zé Alexandre) ficou ainda mais interessante e estimulante com a exposição de moldes de crânios de espécimes da árvore evolutiva humana, e apresentados nada menos do que por uma arqueóloga profissional, Carolina Espinola, que trabalha no Laboratório de Arquelogia Forense da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco).
     A aula dos bolsistas Pibid auxiliada pela arqueóloga Carolina teve como principais objetivos, além de tornar a aula mais divertida e interativa, fazer com que os alunos tivessem contato com  vestígios de nossa evolução, no qual eles normalmente têm contato apenas por livros, assim como falar mais da arqueologia e de outras ciências que auxiliam no trabalho da história quanto ciência, e estimular o interesse dos alunos para a cativante área das Ciências Humanas.
     Em meio aos crânios, que foram cedidos pelo Laboratório de Arqueologia Forense da UFPE, haviam também outras especies de hominídeos que não fizeram parte de árvore evolutiva humana (como o Homo Neanderthalensis), o assunto que mais chamou a atenção dos alunos e levantou debates. Lá se encontrava por último um crânio de Homo Sapiens, que serviu como ponto de partida para comparações anatômicas, apontando as principais mudanças ocorridas no processo evolutivo em seu contexto pré-histórico.
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Educação Básica e Formação do Historiador



Pessoas, passo para vocês um link de um encontro ocorrido na USP em maio passado: Jornada de História - Currículo da Educação Básica e Formação do Historiador: questões atuais e perspectivas" .

Manhã



Tarde




segunda-feira, 2 de junho de 2014

Museu da Cidade do Recife

Pessoal do Porto Digital, vejam a reportagem do Jornal do Commercio sobre o Museu da cidade do Recife. Vale a pena conferir e, quem sabe, inserir no roteiro de vocês.
Bom trabalho!