quarta-feira, 11 de outubro de 2017

EREM Martins Júnior realiza Festival Árabe


     No dia 5 de outubro o PIBID de História em parceria com o PIBID de Biologia, juntamente com os profissionais da escola coordenados pela professora supervisora Adriana Maia realizaram um Festival Árabe, com o intuito de mostrar uma nova perspectiva do Oriente Médio diferente do que é perpassado nos noticiários que apresenta de maneira generalizada a questão do terrorismo e do fundamentalismo religioso. O evento se deu através da realização de oficinas para fomentar o interesse pela cultura árabe, sendo elas: 
  • Oficina de Culinária Árabe ministrada pelo PIBID de Biologia e a professora Silvana Miranda:
  • Equipe de professores que colaboraram para a realização do Festival Árabe
    Equipe do PIBID de Biologia e a professora Silvana Miranda
    A culinária Árabe 
      Estudantes do 2º B na palestra sobre a culinária Árabe 
  • Oficina de Literatura Árabe coordenada pela bibliotecária Mariluce Oliveira
Painel de exposição sobre o conto árabe

Estudantes dos 1º anos reunidos na oficina de literatura 

Equipe do PIBID de História e a supervisora Adriana Maia 

  • Oficina de Azulejos coordenada pela professora Maria Mendes 
Fachada da oficina de Azulejos

Estudante do 2º C na elaboração de um azulejo arabesco 

Produto da oficina de Azulejos no Festival Árabe

    A professora Maria Mendes contou com
a ajuda de estudantes do 2º C como monitores na oficina

Estudantes dos 2º anos na produção de azulejos arabescos

  • Oficina de Mídias Digitais com o PIBID de História e a professora Adriana Maia
A professora Adriana Maia e os estudantes do 1º B em uma conversa
              sobre a importância da realização do festival árabe

PIBID de História e os estudantes do 3º ano A e B
em uma conversa sobre o conflito árabe-israelense

Exibição de vídeos acerca da temática proposta pelo festival
Oficina de QR CODES oferecida aos estudantes do 3º A e B
para melhor entendimento do conflito árabe-israelense
                                          
Oficina de QR CODES oferecida aos estudantes do 3º A e B
para melhor entendimento do conflito árabe-israelense

   Durante a culminância do evento os estudantes apresentaram uma peça teatral para toda comunidade escolar e em seguida o Cine Inovação apresentou vídeos acerca da temática do Oriente Médio. Este evento conseguiu mobilizar todos os estudantes da escola e teve sua origem do projeto bimestral do PIBID de História da escola que tratou dos conflitos árabes-israelenses nas turmas do 2º anos. 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

O dia da China através da equipe PIBID e estudantes da Escola de Referência de Ensino Médio de Paulista

Com a necessidade da descolonização do pensamento e do ensino de História na contemporaneidade. O PIBID (Programa Instituição de Bolsa e Incentivo a Docência) de História da UFPE propôs uma série de realizações de projetos que abordassem nações periféricas nas diversas escolas do Grande Recife que vivenciam o programa.
Estudantes puderam aproveitar a exposição sobre a China para aprimorar o conhecimento sobre o conteúdo.


            Os pibidianos abordaram a China contemporânea, dividindo seu trabalho em quatro grandes apontamentos sobre o cotidiano chinês, que são: Entretenimento, Políticas internas e Relações Externas, Culinária e Tecnologia e Tradição. Contando com a participação de todos os estudantes dos 1º C e 1º E da instituição, sendo divididos e orientados pelos estagiários contando com a supervisão do professor titular de História da escola.

Estudantes participaram ativamente na construção do projeto.

Entre encontros durante as aulas, depois do horário letivo e nos intervalos, os estudantes realizaram uma série de oficinas e atividades que duraram das 10 h até as 14 h com uma pausa para o almoço no dia 09/10/2017. Partes de vídeos, debates sobre o papel feminino na China, painéis de fotos, oficinas sobre os diversos temas já citado foram vivenciados por todos as outras turmas de 1º ano do Enino Médio da Escola (1° A, B, D, F) e pelos funcionários e professores que desejaram participar desse momento de conhecimento.


            O evento foi um sucesso pedagógico, pois sem dúvida nenhuma fez com que os alunos, estagiários e professores que vivenciaram esse momento, pudessem conhecer um pouco mais do cotidiano chinês. Além de aproximar os estudantes e os pibidianos que acabaram por se conhecer um pouco mais nas preparações das oficinas e no dia a dia do trabalho.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Aula sobre o conflito árabe-israelense na EREM Martins Júnior

O Pibid da EREM Martins Júnior desenvolveu nas três turmas de segundo ano seu projeto bimestral, que tratou da temática árabe-israelense, numa série de aplicação e replanejamento de aulas a proposta se deu no trabalho do conflito entre Isarel e Palestina, compreendendo-o como uma guerra gerada estrategicamente, desde a desfragmentação do Império Turco-Otomano no início do século XX, passando pela formação do Estado de Israel na Palestina em 1947 e até os dias atuais. A proposta da projeto foi trabalhar com mídias digitais na sala de aula, utilizando uma tecnologia nova para acessível a aparelho portátil e sem a necessidade de comunicação com a internet para seu funcionamento, estamos nos referindo ao aplicativo QR CODE, um leitor de códigos que podem ser afixados em qualquer lugar. Para compreendemos a temática do Oriente Médio em sala de aula com o apoio do QR CODE, o Pibid da escola confeccionou um muro de papelão e o pôs no centro da sala representando o muro real existente na Cisjordânia que será os povos árabes dos judeus, dividindo assim a turma em dois lado, um árabe outro judeu, em ambos os lados haviam QR CODES com informações sobre a região e questões geopolíticas, tais como o envolvimento norte-americano no tempo presente, que foram lidos pelos próprios celulares dos estudantes durante a aula. A partir, da desconstrução do muro, a aula ganhou forma e o conteúdo foi construído através do debate, ao final, foi solicitado que os estudantes, em equipes, produzissem manchetes de jornal nas plataformas prezzi ou canva na internet.

Bolsista Mariana Nascimento mediando discussão sobre assunto

Bolsista Nathani Neves mediando discussão sobre assunto

Utilização de celular em sala de aula - Mediação: Bolsista Lucas Melo

Bolsista Luis Felipe Durval

Rosely Bezerra com estudantes do 2º "B"
 Confecção do Muro pelos bolsistas da escola e pela supervisora do programa

 

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

EREM Martins Júnior participa de Seminário sobre a Revolução Russa na UFPE

No dia 15 de agosto de 2017 o Pibid de História da EREM Martins Júnior participou do Seminário "O Centenário da Revolução Russa", organizado pelo NEPED (Núcleo de Estudos Eleitorais, Partidários e da Democracia) que trouxe reflexões acerca do Socialismo Soviético e suas contribuições para o tempo presente, no dia 15 os estudantes do 2º ano "B" participaram da  Mesa: "Artes, Cinema e Revolução Russa" que tratava sobre as inovações e desenvolvimento da Revolução Russa no campo da estética, das artes e também do cinema, do período pré-revolucionário à consolidação do stalinismo, com a participação dos professores: Cid Vasconcelos (Comunicação Social/UFPE) e Jordi Carmona Hurtado (Filosofia/UFCG).

Bolsistas Rosely Bezerra e Nathani Neves; Adriana Maia (supervisora) e estudantes do 2º "B" da EREM Martins Júnior

EREM Martins Júnior visita exposição sobre a Revolução Republicana de 1817

A aula com os segundos anos do dia 01 de agosto, foi realizada no Museu da Cidade do Recife (antigo Forte das Cinco Pontas). O local é um importante patrimônio histórico para o Estado de Pernambuco, pois fora uma importantíssima construção dos holandeses no século XVII quando dominavam o Recife. O recorte da nossa visita no Forte das Cinco Pontas deu-se na exposição sobre a Revolução Pernambucana de 1817, que traz um acervo material e audio-visual da época, o local foi onde o Capitão José de Barros (o Leão Coroado) resistiu à voz de prisão, matando à espada o Brigadeiro português Barbosa de Castro (6 de março de 1817), sendo posteriormente lugar de prisão dos revolucionários, atualmente o prédio é o Museu da Cidade sendo administrado pela Prefeitura Municipal do Recife.

 Bolsista Luis Felipe Durval conversando com os estudantes sobre os resultados da Revolulção

2º Ano "B" na entrada do Museu da Cidade

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A encenação como ferramenta pedagógica: a EREM Trajano de Mendonça e a estética do Teatro do Oprimido

No dia 29 de agosto, o Pibid de História da UFPE desenvolveu atividades no EREM Professor Trajano de Mendonça, em Jardim São Paulo, utilizando a prática teatral como instrumento do ensino de História. A aula intitulada "A estética do Teatro do Oprimido desconstruindo o "Ciclo do Ouro" no Brasil" vivenciou a técnica "Teatro-Imagem" com os 2º anos A e B da escola.
"Espectador, que palavra feia!" (BOALl, 1991) o Teatro do Oprimido permite que atores e não-atores tenham a vivência teatral e utilizem o teatro como meio de transformação. O "espectador", o "sujeito passivo", assume papel protagônico, ensaiando para ação real e também conseguindo atribuir significados ao grupo social do qual faz parte.
A poética do Oprimido (1997) nos permite aproximar aqueles que não se enxergam como sujeitos ativos do teatro (e do mundo) a fazerem parte do jogo (e também da vida).
Alunos participam da dinâmica e se divertem.

Com a preocupação de tornar visível o pensamento dos alunos e alunas, escolhemos o "teatro-imagem", que tem como objetivo ajudar os participantes do jogo a pensarem com imagens e debater um problema sem o uso das palavras, usando apenas seus próprios corpos (BOAL,1997).

Antes da aplicação do plano, fizemos uma avaliação inicial para tomarmos conhecimento de qual era a relação dos alunos e alunas com o teatro. E como resultado foi possível perceber que a ida ao teatro não fazia parte das práticas realizadas pela maioria dos estudantes e que eles sequer tinham acesso às informações sobre as práticas culturais do Recife e Região Metropolitana. Neste sentido, indicamos para eles e elas sites e páginas nas redes sociais através das quais eles poderiam obter informações a respeito das peças que estão em cartaz no Recife.
O plano de aula foi pensado para que o conteúdo estudado anteriormente pelos estudantes fosse revisado e também rediscutido através da prática e do exercício do jogo cênico. Para isso, tivemos como ambiente o auditório da escola, nele formamos um círculo com os estudantes para iniciar o aquecimento, que por sua vez tinha como objetivo que os alunos iniciassem um processo de tomada de consciência dos próprios corpos, além de é claro, coloca-los na aula. O aquecimento contou com dois momentos que merecem atenção, primeiramente os estudantes deveriam caminhar pelo auditório e sempre que cruzassem com um colega, desejar-lhe "boa tarde". Esta foi uma proposta que nos deu retorno na medida em que permite aos estudantes estabelecer uma interação que muitas vezes é deixada de lado no dia a dia e deslocar seu olhar. Como colocou uma das alunas, por mais que convivam diariamente é raro que se cumprimentem. Em segundo lugar introduzimos alguns comandos. Quando ouvissem o termo "congela" deveriam parar como estivessem e fazer uma estátua nos "planos baixo, médio ou alto", conforme indicado por nós.
Alunos representando peça teatral.

Após esse aquecimento, partimos para um exercício em dupla: "o espelho". Sem falar, um deveria ser o reflexo do outro, buscando fazer exatamente os movimentos que seu parceiro ou parceira fazia. Buscamos a coletividade em todos os momentos e o perceber o outro. Os jogos, por sua vez, nos permitem aguçar a expressividade do corpo e nos dá consciência de que ele é também emissor e receptor de mensagens.
E assim, chegou a hora de associar o jogo ao estudo de História. Através do teatro-imagem, que conta com um jogo cênico chamado "escultor". Pedimos para que os estudantes se dividissem em dois grandes grupos e a estes que se subdividissem em mais dois (A e B). Para que assim, pudéssemos fazer com que A esculpisse os corpos dos integrantes do grupo B como se estes fossem estátuas e vice-versa.
Sorteamos temas que estavam inseridos dentro da temática do “Ciclo do ouro”, como escravização, inconfidência mineira, além de personagens como indígenas, bandeirantes, senhores de engenho e a coroa portuguesa, para que o grupo escultor pudesse expressar sua opinião através do que esculpisse no grupo esculpido, estabelecendo uma representação física do tema. Cada detalhe pode e deve ser levado em conta na hora de esculpir, a expressão facial, a posição das pernas, dos braços, etc.
A atividade foi marcada pela interação entre bolsistas e alunos.

A conclusão do trabalho foi feita através da projeção no datashow das imagens que eles haviam esculpido para que toda a turma pudesse visualizar, seguida da discussão feita a partir destas imagens que exprimiram versões muito específicas da História como, por exemplo, quando um dos grupos esculpiu os bandeirantes enquanto heróis, mas em outra turma são colocados como pessoas violentas. ou quando outro grupo colocou os indígenas enquanto guerreiros, enquanto os negros escravizados foram retratados quase todos amarrados e sem defender-se. Durante o debate, além de buscarmos conversar a respeito deste tradicional maniqueísmo estabelecido nas relações históricas, tentando chamar-lhes atenção para outro olhar, claro que sem diminuir o sofrimento pelo qual os negros e os indígenas passaram durante o período do “Ciclo do ouro”. Além de tentar desfazer esta ideia de heróis e vilões, tentamos também fazer-lhes perceber que haviam outros meios possíveis de retratar os temas que propuseram, como exemplo podemos citar o caso dos negros escravizados que poderiam ter sido retratados num momento de resistência ou num quilombo.

A experiência foi gratificante em mão dupla, isto é, para nós, que pudemos nos regozijar com os argumentos apresentados durante o debate e durante a explicação das propostas das esculturas. E para os estudantes que puderam vivenciar um meio novo de aprender História, saindo da rotina da sala de aula com cadeiras para permanecer sentados e quadro branco.

domingo, 27 de agosto de 2017

Equipe EREM Porto Digital e alunos vivenciam experiência no Cais do Sertão em parceria com a Universidade de Lisboa

Com recursos de tecnologia inovadores, automação e interatividade, além da leitura generosa de cineastas, escritores, artesãos, artistas plásticos, artistas visuais e músicos de todo o país, o Museu Cais do Sertão apresenta os fortes contrastes que marcam a vida nos sertões nordestinos, proporcionando aos visitantes uma experiência de imersão nesse universo. O espaço é um empreendimento de economia criativa e está localizado no antigo Armazém 10 do Porto do Recife, vizinho ao Centro de Artesanato e ao Marco Zero do Recife. A área total é de 7.500m², e os investimentos advêm de recursos do Ministério da Cultura e do Governo de Pernambuco.
Alunos da EREM Porto Digital juntamente com alguns os bolsistas do PIBID.

Inaugurado em abril de 2014, o Módulo 1 do Cais do Sertão comporta uma exposição permanente e interativa sobre a cultura sertaneja e promove uma grande celebração da vida e obra do cantor e compositor Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Nascido em Exu, Sertão de Pernambuco, Gonzagão consagrou a música nordestina em todo o Brasil. Nada escapou à sua sensibilidade. E o Cais do Sertão é um polo de reconhecimento de sua genialidade. Um museu com tecnologia de ponta e abordagens contemporâneas que tem se tornado um espaço de transformação da rotina cultural da capital pernambucana. Local de troca, convivência, interação, um espaço que convida o público a parar, estar, estudar, criar, experimentar e vivenciar o rico universo de histórias, personalidades, memórias e linguagens artísticas.
Alunos preenchem questionário sobre a experiência museológica.

Sabendo disso, a doutoranda Ana Fabiola Correia da Costa, vinculada ao programa de Doutoramento em Ciências da Educação da Universidade de Nova Lisboa, convidou os alunos da EREM Porto Digital, juntamente com a equipe PIBID da escola, a conhecer seu projeto como também a participar do mesmo. Ele consiste na tecnologia relacionada à arte e, quanto a isso, a primeira experiência do uso de um aplicativo de inteligência móvel em museus, no Brasil, foi instalado na Pinacoteca de São Paulo. A IBM ensinou ao Watson – aplicativo de inteligência artificial, em média, 50 respostas baseadas no conteúdo histórico de cada obra do museu. Para cada uma destas informações, chamadas pela empresa de “intenções”, o assistente inteligente recebe indicações sobre como pode ser perguntado sobre elas. Um fato interessante é que, a cada resposta dada para um visitante, o Watson aprende novas formas em que a mesma pergunta pode ser feita, melhorando a todo tempo.

Tendo por base este modelo, os alunos da EREM Porto Digital preencheram uma ficha no qual, a partir das obras expostas no Cais do Sertão, teriam que fazer perguntas às diversas obras do museu, como o gibão de Luiz Gonzaga. Além disso, puderam conhecer a histórica do sertão nordestino pela via artística e do legado do homem sertanejo. Para os alunos e bolsistas, a experiência foi mais que agradável na medida em que ocupação do território brasileiro é um dos assuntos vistos em sala de aula pelas turmas de segundo ano do Ensino Médio.